HOME
Você está em: Home » Ao Profissional » Engenheiro Empreendedor » Aterramento Elétrico

Aterramento Eétrico à Distância Imprimir E-mail
Aterramentos Elétricos
Prof. Luciano Martins Neto e
Prof. Álvaro Martins.

Entre os profissionais da Engenharia Elétrica é muito comum ouvir que a área de aterramentos elétricos é complexa, difícil, altamente discutível, polêmica, etc. Os adjetivos utilizados normalmente são no sentido contrário ao princípio da engenharia que busca a orientações conclusivas, compreensivas, exatas relativamente à uma certa precisão ou aproximação adequada. Os estudos, pesquisas e experiências na área de projeto, construção e medições feitas na área de aterramentos elétricos, permitem reprovar a aplicação de tais adjetivos, especialmente quando utilizados por engenheiros eletricistas. O retrospecto das experiências demonstra que é fundamental adquirir uma base sólida de compreensão teórica sobre os fundamentos físicos que alicerçam um aterramento elétrico. Com essa base teórica é fácil compreender que não se pode a princípio querer entender um aterramento elétrico para uma determinada aplicação sem se formular uma teoria geral sobre a área. Ao estudar aterramentos elétricos existem algumas características importantes que os diferenciam da grande maioria dos equipamentos, dispositivos
e sistemas elétricos. As mais importantes são:
Grande diversidade nos valores dos parâmetros que fazem parte da característica elétrica do aterramento, devido ao seu principal condutor elétrico ser um material disponível diretamente na natureza e portanto não manufaturado: o solo . Essa característica resulta em situação mais complexa, principalmente quanto à tendência de normalização, pois a quantidade de casos diferentes é infinita, diferentemente de outras áreas da engenharia elétrica onde se trabalha com materiais manufaturados como os transformadores, máquinas elétricas, componentes de linhas de transmissão, etc., onde a normalização é bem mais viável;
A distribuição de campo elétrico produzido pelo aterramento ser de fronteira aberta, tendo apenas como condição de contorno a superfície do solo e as superfícies entre camadas quando utilizado o modelo da estratificação do solo. Essa característica exige estudos mais aprimorados com a utilização da teoria do eletromagnetismo e, evidentemente, necessita de conhecimentos mais profundos nessa área. Normalmente as outras áreas resolvem seus problemas básicos com a aplicação direta da teoria de circuitos elétricos que é mais simples que a teoria eletromagnética, por ser até uma condição particular da mesma. Em aterramentos é possível aplicar a teoria de circuitos elétricos, porém exige-se um entendimento de como passar da teoria eletromagnética
tradicional para a de circuitos elétricos;
A teoria apontada que explica o funcionamento de um aterramento a princípio se apresenta com um maior grau de complexidade matemática relativamente a muitas outras áreas da Engenharia Elétrica. Esta complexidade matemática pode levar a modelagem que dificilmente encontraria uma aplicação prática devido ao alto grau de sofisticação. Neste particular é importante saber encontrar o meio termo entre as modelagens matemáticas e suas aplicações práticas, para que realmente todo o estudo teórico compreendido possa ser útil na solução
de problemas da engenharia, isto é, problemas práticos.

Com base nessas premissas o Prof. Luciano Martins Neto elaborou um curso de aterramentos elétricos em multimídia com o objetivo de estabelecer uma teoria geral sobre a disciplina, independentemente da sua aplicação prática, porém abordando todos os elementos que influem decisivamente no projeto de um aterramento elétrico. O conhecimento dessa abordagem geral sobre aterramentos torna mais compreensivo a sua aplicação para um caso específico. O curso representa o produto de um estudo teórico acadêmico de poucos, porém excelentes livros editados nas décadas de 50 e 60, e também pelo desenvolvimento próprio de alguns temas e
consultorias em projetos, como:

método de aferição do processo de estratificação do solo;
um método mais eficaz para o cálculo da resistência e potenciais de aterramentos;
método de medição do desempenho de um aterramento sob descarga atmosférica;
determinação de parâmetros de projeto incluindo a ionização do solo;
uma filosofia de projeto de aterramentos elétricos;
implantação na CESP do sistema monofilar com retorno pelo solo nos anos 1983 e 1984; representando uma grande economia na implantação de linhas rurais, projetos de aterramentos elétricos em telefonia fixa e móvel para a CTBC (Companhia de Telecomunicações do Brasil Central), desde 1985, diminuindo sobremaneira o índice de queimas em equipamentos durante a incidência de descargas atmosféricas, projetos de aterramentos elétricos para as indústrias de óleo CARGILL e ADM, e de cigarros SOUZA CRUZ, usina de álcool e açúcar GOIASA.

O curso elaborado em sistema de educação continuada, com o envio do CD- ROM pelo correio e expedição de certificado, repassa essas experiências bem sucedidas para toda a classe de engenheiros e estudantes de engenharia está disponível na página do “Engenheiro Empreendedor “ do SEESP com acesso pelo link: CURSO DE ATERRAMENTO , de onde pode ser baixado gratuitamente o arquivo de demonstração: SetupAterraDemo.exe”. O preço do curso é promocional (sócios do SEESP: R$ 210,00 e não-sócios: R$ 260,00) em duas parcelas.

Programa do Curso:

Capítulo 1
CONCEITOS FUNDAMENTAIS SOBRE ATERRAMENTOS ELÉTRICOS

1.1 – Objetivos de Aterramentos Elétricos
1.2 - Grandezas Físicas
1.3 – Aspectos Gerais Relativos ao Projeto de Aterramentos Elétricos
1.4 - Questões

Capítulo 2
COMPORTAMENTO DO SOLO QUANTO À RESISTIVIDADE ELÉTRICA

2.1 – Espalhamento da Corrente Elétrica em Solos Homogêneos
2.2 – Método “Wenner” para Medição da Resistividade Elétrica - Solos Heterogêneos
2.4 - Resistividade Aparente em Solos Estratificados Horizontalmente – Método “Wenner” para Medição da Resistividade Elétrica
2.5 – Método da Estratificação do Solo em Camadas Horizontais
2.6 – Processo de Aferição do Método de Estratificação do Solo em Camadas Horizontais
Programa AFERE
2.7 – Questões

Capítulo 3
RESISTÊNCIA E POTENCIAIS DE ATERRAMENTO ELÉTRICO

3.1 – Conceito de Resistência de Aterramento
3.2 – Solo Homogêneo
3.3 – Solo de 2 Camadas Horizontais
3.4 – Potenciais de Superfície
3.5 – Questões

Capítulo 4
ATERRAMENTOS ELÉTRICOS EM DESCARGAS ATMOSFÉRICAS

4.1 – Resistência Dinâmica
4.2 – Indutância
4.3 – Questões

Capítulo 5
MEDIÇÕES

5.1 – Resistividade do Solo – Método “Wenner”
5.2 – Resistência de Aterramento – Métodos da “Haste Remota” e “Aterramentos Auxiliares”

Capítulo 6
LIGAÇÃO AO TERRA

Prof. Dr. Eng. Eletricista Luciano Martins Neto – UFU – Universidade Federal de Uberlândia;
Prof. Esp. Eng. Eletricista Álvaro Martins – UNIP – Universidade Paulista e EMAE – Empresa Metropolitana de Águas e Energia SA

 

Nossos Canais

Banner
Banner

Universo Engenheiro

Banner

Participe!

Banner

Convênio CIEE

Banner

Atenção!

Banner

Consulta Eletrônica

Banner

Fique por Dentro

Banner
Banner

Parceiros

Banner

Sindicalização

Banner

Links Importantes

Banner
Banner
Banner


JE 402

Informação ao Eng.

     Ao preencher o formulário ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA, marque o Código 068 no campo 31 colaborando assim com o fortalecimento das Entidades Profissionais que o representam. OBS - O campo 31 não pode estar previamente preenchido no formulário.

Próximos Eventos

Não há eventos disponíveis

Mais Acessadas